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Paraguai, Argentina, Uruguai e Brasil somam 160 mil deslocados por cheiasO

Paraguai é o país mais afetado, com 130 mil fora de suas casas.Brasil tem 40 municípios afetados, 12 em situação de emergência.

Brasil produz 36% do lixo eletrônico da América Latina, mostra estudo

País gerou 1,4 milhão de toneladas de resíduos, mostra estudo da GSMA.Região é responsável por 3,9 milhões de toneladas de lixo eletrônico.

Mortos por tornados nos EUA chegam a 17

Mississippi é estado mais afetado, com 10 mortos e 56 feridos....

EUA tem recorde de calor em Nova York e tornados no sul

Com 22,2º, Nova York teve véspera de Natal mais quente já registrada. No centro e sudeste do país, ao menos dez morreram após tornados.

Como o segundo maior lago da Bolívia desapareceu?

Lago virou praticamente um deserto e 200 espécies migraram ou morreram.....

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Macri promete reconstruir casas de 20 mil desalojados na Argentina


Da EFE
Presidente Mauricio Macri visita áreas afetadas pelas enchentes em Concordia, na Argentina (Foto: STR/Argentinian Presidency/AFP)Presidente Mauricio Macri visita áreas afetadas pelas enchentes em Concordia, na Argentina (Foto: STR/Argentinian Presidency/AFP)
O presidente da ArgentinaMauricio Macri, prometeu neste domingo (27) ajuda para reconstruir as regiões afetadas pelas inundações que atingiram o nordeste do país e deixaram mais de 20 mil desabrigados.
Mais de 160 mil pessoas ficaram desabrigadas por causa das inundações que afetam Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Fortes chuvas atribuídas ao El Niño provocaram o transbordamento dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai, na região das fronteiras entre os quatro países.
"Saibam que não estão sozinhos", disse Macri no início de sua primeira entrevista coletiva à frente do comitê de crise instalado pelo governo para supervisionar o problema, durante visita à cidade de Concordia, uma das mais afetadas pelas fortes chuvas.
O presidente, que foi forçado a interromper suas férias no sul do país, destacou a coordenação entre as autoridades nacionais, provinciais e locais, agradecendo também aos gestos de solidariedade dos argentinos em vários pontos do país.
Em menos de 72 horas, a organização Rede Solidária recebeu 55 toneladas de doações, especialmente roupas, água potável, fraldas e produtos de limpeza para serem repassados aos desabrigados.
Nos centros de desalojados de Concordia, alguns moradores da região revelam que essa foi a quinta vez que as enchentes levaram todos seus pertences. No entanto, a maioria não se lembra de uma alta tão grande do Rio Uruguai, considerada a pior em mais de 50 anos, que deixou grande parte da cidade inundada.
Família busca abrigo no topo de casa inundada em Assunção, Paraguai, neste domingo (27) (Foto: REUTERS/Jorge Adorno)Família busca abrigo no topo de casa inundada em Assunção, Paraguai, neste domingo (27) (Foto: REUTERS/Jorge Adorno)
Com o objetivo de minimizar futuras inundações, Macri prometeu que solucionará o problema de forma definitiva assim que o nível do rio voltar ao normal, com a construção de barragens para evitar a acumulação de água em caso de tempestades.
Por enquanto, o fim das chuvas estabilizou a alta dos rios em toda a região nordeste da Argentina, evitando que novas pessoas deixem suas casas.
Macri prometeu pagar 66% da construção de casas para os afetados e não descartou recorrer a financiamento no exterior se necessário. O presidente afirmou que a gestão anterior, de Cristina Kirchner, "gastou até o que não tinha". Por isso, pediu paciência para obter os recursos necessários para ajudar os desalojados.
Além disso, Macri pediu aos argentinos para cuidarem do meio ambiente "consumindo a menor quantidade de energia possível, menos água e reciclando lixo". "Essa alta, essas chuvas, têm a ver com isso, que descuidamos do meio ambiente", frisou.
Dilma Rousseff durante sobrevoo a áreas afetadas pelas enchentes no RS (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)Dilma Rousseff durante sobrevoo a áreas afetadas
pelas enchentes no RS (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
Países vizinhos
A situação é mais grave no Paraguai, onde 130 mil pessoas já foram obrigadas a deixar suas casas, segundo a Agência de Informacion Paraguaya. O presidente Horacio Cartes declarou estado de emergência no país e, segundo o jornal “El País”, destinou um orçamento especial de US$ 3,5 milhões (R$ 14 milhões) para ajuda aos desabrigados.
No sábado, o número de municípios brasileiros afetados pelas inundações subiu para 40. Segundo a Defesa Civil do Rio Grande do Sul, há 2.204 famílias atingidas, das quais 1.801 estão desalojadas - em residências de familiares e amigos - e 153 estão desabrigadas - recolhidas em um local fornecido pelo Poder Público.
Doze prefeituras decretaram até sábado situação de emergência: Liberato Salzano, Trindade do Sul, Nonoai, Santo Ângelo, São Miguel das Missões, Guarani das Missões, Roque Gonzáles, Cândido Godói, Uruguaiana, Quaraí, Passa Sete e Não-Me-Toque .

Aumenta número de mortos por tornados e enchentes nos EUA


Autoridades confirmaram a morte de 11 pessoas na região de Dallas, nos Estados Unidos, por causa dos tornados e tempestades que atingem o sul e centro do país. Com isso, subiu para 40 o número de mortos.
Apenas em Garland, localizada a nordeste da área metropolitana de Dallas, 8 pessoas morreram em um acidente múltiplo de trânsito causado por um tornado no qual 12 veículos estavam envolvidos.
As outras 3 mortes foram registradas no condado de Collin, também a nordeste de Dallas: 2 pessoas em Copeville, quando um tornado arrasou o posto de gasolina na qual estavam, e uma criança em Blue Ridge, sem que tenham sido divulgados mais detalhes.
As tempestades no norte do Texas foram o último fator de uma cadeia de incidentes climáticos incomuns sucedidos antes do Natal nos EUA, que já tinham causado 18 mortes em Arkansas, Mississipi e Tennessee. Além disso, 11 pessoas perderam a vida nas inundações causadas pelas intensas chuvas em Illinois e Missouri.
Casa fica destruída em  Rowlett, Texas, após passagem de tornado (Foto: AP/David Warren)Casa fica destruída em Rowlett, Texas, após passagem de tornado (Foto: AP/David Warren)
Devastador
A passagem dos tornados por Garland deixou uma paisagem devastadora com cerca de 600 casas com danos ou destruídas, além de 60 pessoas feridas. "Foi uma destruição total no dia seguinte do Natal, é horrível", afirmou Pedro Barineau, porta-voz da Polícia de Garland em entrevista coletiva.
As autoridades procuram pessoas presas sob escombros, embora não haja informação de desaparecidos.Além disso, recomendam aos moradores da região para não sair de suas casas e evitar o uso de veículos.
O tornado que castigou Garland foi classificado pelos meteorologistas como EF4 em uma escala de seis níveis no qual EF5 é o mais prejudicial, com ventos que atingiram 320 quilômetros por hora.
Ainda não se sabe o número de tornados que afetaram a área, mas as autoridades emitiram cerca de 40 alertas durante a noite do sábado. Além dos tornados no Texas, foram registradas inundações em Saint Louis (Missouri), no sul de Ohio e em Oklahoma.
Danos causados por tornado são vistos em Birmingham, no Alabama, neste sábado (26) (Foto: Marvin Gentry/Reuters)Danos causados por tornado são vistos em Birmingham, no Alabama, neste sábado (26) (Foto: Marvin Gentry/Reuters)

Atentado suicida perto de aeroporto em Cabul deixa feridos


Pelo menos 4 pessoas ficaram feridas nesta segunda-feira (28) depois que um suicida detonou os explosivos que levava em um veículo perto do aeroporto internacional de Cabul.
Segundo informações do Ministério do Interior afegão, a explosão foi registrada logo cedo na área de Hawa Shinasi, perto do aeroporto internacional Hamid Karzai da capital afegã.
Os feridos, quatro civis, foram levados para um hospital. Nenhum grupo reivindicou o ataque até o momento.
Atentado destruiu parte de prédio em Cabul (Foto: AP Photo/Rahmat Gul)Atentado destruiu parte de prédio em Cabul (Foto: AP Photo/Rahmat Gul)

Venda online na China representa quase 40% do comércio eletrônico


A China vai terminar 2015 com um número de vendas pela internet superior a US$ 618 bilhões, informou nesta segunda-feira (28) a agência oficial 'Xinhua'. O valor equivale a quase 40% do comércio eletrônico mundial neste ano.
Alibaba emprega cerca de 2 mil funcionários para combater falsificações (Foto: Reuters)Alibaba emprega cerca de 2 mil funcionários para combater falsificações (Foto: Reuters)
O número foi divulgado pelo ministro do Comércio chinês, Gao Hucheng, e, segundo as previsões da empresa de consultoria eMarketer, coloca o país asiático muito acima dos US$ 349 bilhões no mercado online dos EUA ou dos US$ 99,3 bilhões do Reino Unido, o segundo e terceiro maior mercados no setor.
O 'Dia do Solteiro', comemorado em 11 de novembro, contribuiu de forma significativa para que a China atingisse a liderança nas vendas pelas internet. Apenas o site Alibaba, líder nacional no comércio eletrônico, vendeu neste dia US$ 14,3 bilhões em produtos.
Segundo o ministro, entre 2011 e 2015, a China atingiu seu objetivo de se transformar em um 'gigante comercial', com vendas totais neste ano (contando não só as online) de US$ 4,64 trilhões. O país asiático, destacou Gao, representa 60% do crescimento do comércio mundial, com exportações que na última meia década cresceram a um ritmo anual de 6,5%.
"A China vai continuar melhorando o ambiente de mercado e aproveitará o potencial do consumo, mas ao mesmo tempo desenvolverá sua complementaridade industrial e de valor com os países da Nova Rota da Seda", ressaltou o ministro em um encontro nacional sobre comércio realizado no fim de semana.

Coreia do Sul e Japão alcançam acordo sobre escravidão sexual


Seul e Tóquio alcançaram nesta segunda-feira (28) um histórico acordo sobre o drama das mulheres submetidas à escravidão sexual pelo exército japonês durante a Segunda Guerra Mundial, anunciou o ministro sul-coreano das Relações Exteriores.
Familiares de vítimas seguravam cartazes em frente ao Ministério sul-coreano das Relações Exteriores (Foto: AP Photo/Ahn Young-joon)Familiares de vítimas seguravam cartazes em frente ao Ministério sul-coreano das Relações Exteriores (Foto: AP Photo/Ahn Young-joon)
O acordo será "definitivo e irreversível" se o Japão assumir suas responsabilidades, declarou o ministro Yun Byung-Se à imprensa após uma reunião com seu colega japonês, Fumio Kishida.
Os ministros se reuniram nesta segunda-feira em Seul para abordar o tema das "mulheres conforto", um eufemismo utilizado pelos japoneses para se referir à prática do exército imperial, um assunto que abalou as relações entre os dois países durante décadas.
A presidente da Coreia do Sul, Park Geun-Hye, sustenta que este tema continua sendo "o maior obstáculo" para que ambos os países possam ter relações amistosas.
No mês passado Abe e a presidente sul-coreana, Park Geun-Hye, realizaram uma cúpula bilateral em Seul, na qual decidiram acelerar as negociações para solucionar o assunto.
Em 1993, Japão divulgou uma declaração na qual expressava "sinceras desculpas e arrependimento" às mulheres que sofreram uma "dor incomensurável, do ponto de vista físico e psicológico pelas feridas, depois que foram usadas como 'mulheres conforto'".
Segundo vários historiadores, 200 mil mulheres, principalmente coreanas, mas também chinesas, indonésias e de outras nacionalidades, foram submetidas à escravidão sexual pelo exército japonês. Na Coreia do Sul, restam 46 sobreviventes.

Bin Laden's former bodyguard Nasser al-Bahri dies


Bin Laden's former bodyguard Nasser al-Bahri dies

Nasser al-Bahri. Photo: 2010
Image captionNasser al-Bahri reportedly took part in militant attacks during the 1990s in Bosnia, Somalia and Afghanistan
Nasser al-Bahri - Osama Bin Laden's former bodyguard - has died after a long illness, medical sources in Yemen have told the BBC.
They said Mr Bahri, a Yemeni national, passed away on Saturday in a hospital in the southern city of Mukalla. He is believed to have been in his 40s.
Mr Bahri, also known as Abu Jandal, was also a driver for the late al-Qaeda leader, when he was in Afghanistan.
Mr Bahri was freed from the Guantanamo Bay jail and returned to Yemen in 2008.
He was involved in attacks by Islamist militants in Bosnia, Somalia and Afghanistan during the 1990s, but later renounced al-Qaeda.
In a 2010 interview to the BBC's Newsnight programme Mr Bahri warned that young people in his native Yemen were susceptible to the lure of extremism.
Bin Laden was killed by US special forces in a raid in Abbottabad, Pakistan, in May 2011.

Japan and South Korea agree 'comfort women' deal



Protestors sit next to a statue (C) of a South Korean teenage girl in traditional costume called the 'peace monument' for former 'comfort women' who served as sex slaves for Japanese soldiers during World War Two, during a weekly anti-Japanese demonstration near the Japanese embassy in Seoul on 11 November 2015.Image copyrightAFP
Image captionActivists for comfort women erected a statue of a girl which they call a 'peace monument' outside the Japanese embassy in Seoul in 2011
Japan and South Korea have reached a historic deal to settle the issue of "comfort women" forced to work in Japanese brothels during World War Two.
Japan offered an apology and will pay 1bn yen ($8.3m, £5.6m) to a South Korean-administered fund for victims.
The issue has long strained ties, with South Korea demanding stronger apologies and compensation for victims.
The agreement represents the first deal on the issue since 1965 and comes after both sides agreed to speed up talks.
The announcement comes after Japan's foreign minister Fumio Kishida arrived in Seoul for discussions with his counterpart Yun Byung-se.
After the meeting Mr Kishida told reporters that Prime Minister Shinzo Abe offered a heartfelt apology.
"Abe, as the prime minister of Japan, offers from his heart an apology and reflection for everyone who suffered lots of pain and received scars that are difficult to heal physically and mentally," he said.

Japan-South Korea's "comfort women" deal

South Korean former 'comfort woman' Lee Yong-Soo (L), who was forced to serve as sex slaves for Japanese troops during World War Two, attends a protest with other supporters to demand Tokyo's apology for forcing women into military brothels during World War II outside the Japanese embassy in Seoul on 12 August 2015.Image copyrightAFP
Image captionSouth Korean activists for comfort women have been holding weekly demonstrations outside the Japanese embassy in Seoul
  • Japan will give 1bn yen to a fund for the elderly comfort women, which the South Korean government will administer
  • The money also comes with an apology by Japan's Prime Minister Shinzo Abe and the acceptance of "deep responsibility" for the issue
  • South Korea says it will consider the matter resolved "finally and irreversibly" if Japan fulfills its promises
  • South Korea will also look into removing a statue symbolising comfort women, which activists erected outside the Japanese embassy in Seoul in 2011
  • Both sides have agreed to refrain from criticising each other on this issue in the international community

Up to 200,000 women were estimated to have been forced to be sex slaves for Japanese soldiers during WW2, many of them Korean. Only 46 of them are still alive in South Korea.
Other women came from China, the Philippines, Indonesia and Taiwan.
Japan had previously acknowledged its responsibility for sex slaves in a 1993 statement by the then-chief cabinet secretary Yohei Kono.
Japan had also resisted giving greater compensation, arguing that the dispute was settled in 1965 when diplomatic ties were normalised between the two countries and more than $800m in economic aid and loans was given to South Korea.
A private fund was also set up in 1995 for the victims and lasted for a decade, but money came from donations and not from the Japanese government.

How the internet misled you in 2015


It was another busy year for journalists debunking fake or misleading images on social media.
In 2015, many pictures and videos went viral, some for all the wrong reasons.
There were deliberate fakes created to deceive the public and then there were misleading images shared, often during breaking news situations, that were entirely unrelated to the story.
Were you caught out by any of these?

The haunting picture shared during the Nepal earthquake

Picture of two children huggingImage copyrightNA Son Nguyen
This was one of the most shared photos in the wake of the Nepal earthquake in April. It's not a fake, but misleading nonetheless.
Labelled as showing a "two-year-old sister protected by four-year-old brother in Nepal", it was shared across Facebook and Twitter and prompted calls for donations.
The photograph was actually taken in a remote village in Vietnam back in 2007.
"This is perhaps my most shared photo," says the photographer Na Son Nguyen, "but unfortunately in the wrong context."

The video of a swimming pool during the Nepal earthquake

Screengrab of video claiming to be of pool during Nepal Earthquake - it is from MexicoImage copyrightYouTube/ToonCreation
Also during the earthquake, a video appeared on YouTube and Facebook, labelled as security camera footage from a pool in a Kathmandu hotel.
It was used by international media to show the effects of the country's worst earthquake in 81 years. In fact, it was an old video that dates back possibly to 2010, during an earthquake in Mexico.
The time stamp was altered but people still recognised it, with one YouTube watcher warning, "They drag out this video every time there is a big earthquake."
Many misleading images were shared during the crisis, including a video of a crumbling building that was actually from Egypt.
And, perhaps in a sign of how all-pervasive misleading images can be, it was featured in Facebook's year in review video round-up.

The migrant who Instagrammed his route to Europe

Instagram picture of fake migrantImage copyrightInstagram/Tomas Pena
Incredible pictures that appeared to show a man documenting his journey from Senegal to Spain popped up on Instagram during the summer.
The selfies of Abdou Diouf from Dakar were an internet hit, garnering thousands of followers and lots of encouraging comments.
However, there was some scepticism over his use of unlikely hashtags like #InstaLovers and #RichKidsofInstagram and, indeed, it turned out to be anelaborate marketing campaign for a photography festival in northern Spain.

A refugee posing as an IS fighter?

Facebook status showing two men - one refugee, one a fighterImage copyrightFacebook
At the height of the refugee and migrant crisis, a set of alarming before-and-after pictures started to spread on Facebook.
"Remember this guy? Posing in ISIS photos last year - now he's a refugee," wrote one person.
The man in the photo has since been identified as Laith al-Saleh, a former commander of the Free Syrian Army, a group of moderate rebels that oppose Syrian President Bashar al-Assad. He fled Syria and arrived in Macedonia in August 2015.
After learning the truth, the man who shared it apologised.

A photo of Eagles of Death Metal in concert

Picture showing Eagles of Death Metal at concert in DublinImage copyrightFacebook/Eagles of Death Metal
As news broke of the co-ordinated attacks on Paris in November, confusion around the story was added to by a series of rumours and misleading images.
A particularly serious case was this picture, completely inaccurately mislabelled on social media as showing the crowd at the Bataclan theatre just before gunmen began firing.
The picture was actually from an earlier concert, in Dublin's Olympia Theatre, and had been posted on the band's Facebook page the day before the attacks.

The empty streets of Paris

Tweet shows picture of empty streets of ParisImage copyrightTwitter
This widely retweeted image purported to show the empty streets of Paris in the aftermath of the gun and suicide bomb attacks.
The picture was actually from a project called Silent World, where photography tricks are used to imagine cities as they might appear at the end of the world.

#YouAintNoMuslimBruv tube sign

Fake tube sign - You Aint No Muslim BruvImage copyrightTwitter
When a man allegedly stabbed three people at a London Tube station in December, a bystander shouted "You Ain't No Muslim, Bruv" and a hashtag was born.
One of the most retweeted images showed an inspiring picture of a London Underground Tube sign, including the hashtag. London mayoral candidateSadiq Khan was among those who shared it.
Unfortunately, while the sentiment was genuine, the sign was fake. It appears to have been created from a sign generator app.

And finally...a husband's extreme act of revenge

Picture of half a carImage copyrightYouTube/derjuli
The story of a divorced German man, who sawed all his possessions in half and then put them up for sale, fooled a lot of people - including some in the media - in June. The eBay auction was real, the story was not.
After the video went viral, with some 4.5 million views on YouTube, the German Bar Association came forward to admit they made it up. as part of a marketing campaign.
Sometimes you have to do things by halves, they suggested.

Japan and South Korea agree 'comfort women' deal


Japan and South Korea agree 'comfort women' deal

  • 25 minutes ago
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  • From the sectionAsia
Protestors sit next to a statue (C) of a South Korean teenage girl in traditional costume called the 'peace monument' for former 'comfort women' who served as sex slaves for Japanese soldiers during World War Two, during a weekly anti-Japanese demonstration near the Japanese embassy in Seoul on 11 November 2015.Image copyrightAFP
Image captionActivists for comfort women erected a statue of a girl which they call a 'peace monument' outside the Japanese embassy in Seoul in 2011
Japan and South Korea have reached a historic deal to settle the issue of "comfort women" forced to work in Japanese brothels during World War Two.
Japan will be paying 1bn yen ($8.3m, £5.6m) to a South Korean-administered fund for the victims.
The issue has long strained ties, with South Korea demanding stronger apologies and compensation for victims.
The agreement represents the first deal on the issue since 1965 and comes after both sides agreed to speed up talks.
The announcement comes after Japan's foreign minister Fumio Kishida arrived in Seoul for discussions with his counterpart Yun Byung-se.
After the meeting Mr Kishida told reporters that Japan's Prime Minister Shinzo Abe offered a heartfelt apology.
"Abe, as the prime minister of Japan, offers from his heart an apology and reflection for everyone who suffered lots of pain and received scars that are difficult to heal physically and mentally," he said.

Japan-South Korea's "comfort women" deal

South Korean former 'comfort woman' Lee Yong-Soo (L), who was forced to serve as sex slaves for Japanese troops during World War Two, attends a protest with other supporters to demand Tokyo's apology for forcing women into military brothels during World War II outside the Japanese embassy in Seoul on 12 August 2015.Image copyrightAFP
Image captionSouth Korean activists for comfort women have been holding weekly demonstrations outside the Japanese embassy in Seoul
  • Japan will give 1bn yen to a fund for the elderly comfort women, which the South Korean government will administer
  • The money also comes with an apology by Japan's Prime Minister Shinzo Abe and the acceptance of "deep responsibility" for the issue
  • South Korea says it will consider the matter resolved "finally and irreversibly" if Japan fulfills its promises
  • Japanese media also report that South Korea would make efforts to remove a statue symbolising comfort women, which activists erected outside the Japanese embassy in Seoul in 2011

Up to 200,000 women were estimated to have been forced to be sex slaves for Japanese soldiers during WW2, many of them Korean. Only 46 of them are still alive in South Korea.
Other women came from China, the Philippines, Indonesia and Taiwan.
Japan had previously resisted giving greater compensation, arguing that the dispute was settled in 1965 when diplomatic ties were normalised between the two countries and more than $800m in economic aid and loans was given to South Korea.
A private fund was also set up in 1995 for the victims and lasted for a decade, but money came from donations and not from the Japanese government
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